Moda | 10 de fev de 2011
Criada em 1935, a bolsa Kelly é um ícone dos clássicos produtos de luxo franceses. O principal negócio da Hermès era a produção artesanal de peças de couro, muito embora se tornou famosa por dois produtos – os lenços de seda com motivos eqüestres e a bolsa de couro em forma de trapézio chamada “Kelly”.
Esta bolsa deve a Grace Kelly a fama internacional que conquistou. Criada em 1935, tinha um formato que lembrava um trapézio e a alça curta. O nome da bolsa de couro - Grace Kelly – foi adotado oficialmente só em 1956, sendo uma homenagem da marca à princesa de Mônaco. Ela jamais se separava da sua bolsa HERMÈS em suas freqüentes aparições na cultuada revista americana Life.
“Não somos uma empresa de luxo, mas uma casa de artesanato excepcional” Patrick Thomas – CEO da Hermès
A cor laranja, marca registrada da marca Hermès, deveu-se ao acaso. Após a segunda guerra mundial, as embalagens beges sumiram do mercado. Dessa forma, a empresa se viu obrigada a utilizar em sua produção a única cor disponível – laranja.
Fontes: Saiba mais sobre a marca Hermès e A beleza segundo a Hermès
Moda | 25 de nov de 2010
Anéis em três tonalidades de ouro com diamantes do designer de jóias português Pedro Loureiro. Edição limitada de nove exemplares, individualmente numerados. Este belo trabalho foi premiado no concuso 3Design sob o tema Trilogy.
As imagens dos anéis falam por si, demonstrando um conceito muito bem trabalhado, relacionando com maestria traços e tonalidades, de forma que as peças possam ser usadas em conjunto ou individualmente. Foi um prêmio merecido, sem dúvida.
Design: Pedro Loureiro
Moda | 21 de out de 2010
O mundo da moda já criou milhares de modelos de sapatos bonitos, elegantes (e muitos sapatos estranhos). Mas este ainda assim consegue arrancar de nós um… NOSSAA!!! Quem se habilita a usá-lo?
Design: Julian Hakes
Via: BeautifulLife
Moda | 05 de out de 2010
Boudoir é uma palavra que surgiu durante a Renascença na França e foi muito usada durante o século 19 e inicio do século 20. Segundo a arquitetura, era uma área intima do quarto feminino, onde as mulheres se vestiam, maquiavam e se perfumavam depois do banho. Era um momento e um local de intimidade.
Na fotografia chegou a surgir o boudoir style, onde as mulheres eram fotografadas com pouca roupa ou de lingerie.
Da esquerda para a direita: ssutiã Exagerata e saia do acervo Produto Moda + Calça Animale e regata Esagerata e chapéu do acervo Produto Moda (ao centro) e Blusa e calcinha de babados Esagerata, sapato Outlet Club (à direita).
De carona na tendência romântica inspirada no século 19, o estilo Boudoir invadiu as passarelas e ganha as ruas no verão 2011. É a tendência do uso do underwear como outerwear lingerie para sair na rua. Vale tudo: regatas com renda e cetim, corsets, camisola fazendo papel de vestido. Muita renda, lacinhos, luxo e transparências. A combinação preto com rosa claro ou nude é a mais usada.
Quanto aos acessórios, o peep toe é sexy e marca registrada do estilo Boudoir. As bolsas são mini e cheias de detalhes: pedrarias, babados, sem alça ou com alça de corrente.
O estilista Alexandre Herchcovitch aposta na tendência para a moda praia do verão 2011. Criou para a Rosa Chá modelos de roupas e biquínis que lembram as lingeries dos anos 1950. A marca Cavalera investe em transparências, rendas e paetês para criar um estilo Boudoir mais pesado, com ar rock’n roll.
— A diferença do boudoir atual para o do passado é que antes a gente tinha um enfoque muito mais para o nude, rosinha, uma coisa mais romântica — contextualiza a editora de projetos especiais da revista Vogue Silvana Holzsmeister — Para o verão, ele vem muito mais intenso, tem uma cara mais de noite, com uma pegada mais forte.
Fonte: Donna DC
Moda | 15 de jul de 2010
Volta e meia nos deparamos com o termo vintage. Para os entendidos da moda, é algo trivial, mas para quem ouve o termo esporadicamente e nunca se deu o trabalho de procurar saber o que significa, a primeira reação é associar o termo ao número vinte, seja aos anos 20 (1920), seja a algo de vinte anos atrás. Também já encontrei que “vintage é o período da vida de pessoas extremamentte afetadas, entre os 20 e 29 anos”
Não, não tem nada a ver!
O que é vintage então? Segundo o wikidictionary, vintage vem do anglo-normando vintage, este do francês antigo vendage, (cognato com o francês vendange), este por sua vez advém do latin vīndēmia (“‘uma colheita de uvas, vintage’”) < vīnum (“‘vinho”) + dēmō < de (“‘de; a partir’”) + emō (“‘adquirir, obter’”). Então a etimologia da palavra vintage indica que ela tem muito mais a ver com vinho, do que com o número vinte
De fato, porque há uma definição usual encontrada a internet que afirma que vintage é uma palavra cujo significado em inglês quer dizer “vint” relativo à videira ou vinho, e “age” de idade e que é um termo utilizado para designar as melhores safras de uvas. Assim, atualmente a palavra certamente se refere às uvas que estão no melhor momento para serem colhidas para a fabricação do vinho.
Dessa forma, vintage é um termo que adquiriu um novo significado além do original. Além de significar, na indústria de vinho, a indicação da data de colheita para um vinho, o termo acabou por representar também o melhor de cada época. Assim convencionou-se chamar de vintage os produtos dos anos 20, 30, 40, 50, 60, 70 e recentemente, até mesmo dos anos 80, que, assim como alguns vinhos, adquiriram uma conotação de nobreza e tornaram-se referência no seu tempo, tais como: carros, relógios, guitarras, móveis, roupas, aparelhos de som, facas, armas, etc. Ou seja, são artigos de interesse para colecionadores. Para os colecionadores, quanto mais antigo melhor, não havendo necessariamente uma correlação com o número 20, no sentido de que os produtos devem ter mais de 20 anos.
O vintage relacionado à moda nasceu entre as décadas de 60 e 70. Paris, Londres e São Francisco (USA), foram as cidades onde os brechós ou second hand ( segunda mão) ganharam fama.
Estas lojas surgiram para atender um consumidor jovem e sem dinheiro, que viajava pelo mundo atrás de novas culturas, que buscava na moda uma integração do velho com o novo.
Nasceu aí um conceito antimoda, um culto ao individualismo, multicultural, não consumista e ecologicamente correto. O vintage se estabelece como estilo de vida e como um grande segmento dentro do mundo da moda.

Vintage
Hoje o mais comum é só usar a palavra vintage para roupas usadas que sejam de grife. Que tenham marcado uma coleção importante ou que definam o estilo de uma época. Mas o que é vintage na moda, de fato?
Calça com cintura alta, blusinhas balonê, cintos demarcando a cintura, tudo isso volta com tudo e o estilo vintage passou a ter evidência no mundo da moda, nos últimos anos. Moda vintage é uma moda retrógrada, uma recuperação de estilos dos anos 20, 30 até os anos 60, 70, 80. São roupas com estilo retrô, tipo vestidos dos anos 50 e 60 (menos estilo hippie) e não só roupas, mas também óculos Wayfarer, tênis modelos clássicos (geralmente com solas vulcanizadas) e outros acessórios. Quando necessário, as peças são restauradas e algumas vezes customizadas.
O estilo vintage transforma em referência o melhor de todas as décadas. Assim podemos dizer que tudo o que relembre os anos 60, 70 ou 80 pode ser denominado dessa forma, desde vestimentas até mobiliário”, afirma Julia Simões, professora do Senac – Santos e Consultora de Moda e Estilo
Também segundo Cajon DeSastre:
Para uma peça ser vintage os requisitos são os seguintes: ter pelo menos 20 anos de antiguidade, ser testemunha de um estilo próprio ou de um estilista, não haver sofrido nenhuma transformação, representar um instante de moda e estar em perfeito estado.
Normalmente roupas assim são comercializadas em brechós ou em alguns casos vendidas na própria loja que a fabricou.
Aqui no Brasil as grandes marcas fazem bazares e comercializam o que sobrou; na Europa é mais comum a própria marca ter seu acervo em local especial. Na alta costura isso é super comum.
O mercado de roupas usadas é enorme, tanto no Brasil como em todo o mundo. Lojas chiquérrimas e feiras de ruas estão por todos os lados. O preconceito ainda existe, mas pouco. A maioria dos brechós trabalha com roupas limpas e em ótimo estado. São lojas aonde ir com tempo faz a diferença e é importante provar e ter um pouquinho de imaginação.
Não é como comprar em outras lojas, as peças são únicas e não existe grade de tamanho. Quer compor um look vintage, mas tem medo de errar? O segredo é não pesar a mão e misturar peças retrô com outras mais modernas. O exagero definitivamente não faz parte do estilo vintage.
Agora que você já sabe o que é vintage, veja outras páginas falando do estilo:
Modelos:
dita.net
iamtrouble.com
bettiepage.com
Compras:
aoutrafacedalua.com/roupavintage.html
berniedexter.com/rockabilly-a…
pinupgirlclothing.com
howcool.com/catalog/
babygirlboutique.com
shopfrockshop.com
pinup-parade.com/shop/index.h…
vintagetextile.com/gallery_early.htm
euamovintage.com.br

Vintage na música
O termo vintage relacionado a itens de coleção surgiu com os colecionadores de carros antigos nos Estados Unidos, quando estes queriam designar carros com mais de 20 anos e de interesse para colecionadores. Logo o termo foi importado por outros setores de coleções chegando até o mercado de guitarras usadas.
Uma guitarra é considerada vintage quando ela tem mais de 20 anos e tem algum apelo que a torne colecionável. Normalmente as guitarras antigas são muito bem feitas, com madeiras selecionadas ( na época não havia restrição ao comércio de madeira que há hoje ) e com acabamento espetacular . Tudo isso aliado ao fato de que com o passar dos anos a madeira vai secando cada vez mais , faz com que uma guitarra vintage tenha um som incrível e inatingível se comparado com uma guitarra moderna. Essa combinação de fatores , ou seja , construção exemplar , som perfeito , modelos originais , mais de vinte anos , poucos exemplares , tornam as guitarras vintage muito valorizadas no mundo inteiro.
O maior mercado de guitarras vintage do mundo é o Norte Americano , mas elas são muito valorizadas e consideradas como dinheiro liquido na maior parte do mundo.
A maior dificuldade hoje em dia é a identificação de cada instrumento e sua avaliação , mesmo porque , existem muitas cópias e re-edições dos modelos mais famosos e valorizados. Através do site tentaremos ajudá-los a esclarecer essas e outras dúvidas, bem com deixá-los ao par sobre novidades e eventos que envolvam guitarras no Brasil.
Veja mais:
vintageguitar.com.br

Vintage nos móveis
vintage em relação à móveis, designa peças do século XX (mais uma vez, nada a ver com o “vint”) que se tornaram referência de uma época. São objetos que nossos pais e avós tinham e que agora voltam repaginados para marcar presença em nossas casas.
Veja mais:
desmobilia.com.br/cat/vintage/
casa.abril.com.br/materias/moveis/mt_408545.shtml
Depois de ficar sabendo o que é vintage e perceber que você ainda não tem uma peça vintage em casa, seja uma roupa, um móvel, um objeto de arte, um livro ou qualquer coisa de outros tempos, procure, garimpe e descubra como é bacana viajar em outras épocas.
Moda | 15 de jul de 2010

Bolsa-carteira
Bolsa-carteira criado pela Yves Saint Laurent especialmente para a Colette (multimarcas parisiense). Em tom metalisado envelhecido, imita um envelope, como se fosse uma carta da Colette para a YSL.
Via: ModosDeModa
Decoração, Moda | 15 de jul de 2010

Mantas para você se aquecer neste inverno
Confira vários modelos de mantas, cobertores e edredons na galeria de fotos do canal CASA do ig:
Moda | 02 de jul de 2010

Gravata com instruções
Com essa gravata, ninguém fica na mão. Eis uma idéia autêntica.
Via: WorldWideFred
Design: Dima Komissarov