Resfriador de Mão – Pinguim Pai e Filho
A força do vínculo
Esta bela peça de vidro foi inspirada nos cuidados que os Pinguins tem com seus filhos, mantendo-os aquecidos mesmo com o clima gélido. Os bicos se tocam com confiança. Este par personifica a força dos vínculos. É um presente definitivamente marcante.
Design Taf Lebel Schaefer – 2008
Altura 6,35cm (2.5″)
Momento cultural:
Já ouviu falar em Resfriadores de mãos? Pois é, nem eu, mas aprendi mais uma hoje e por achar interessante, traduzi o texto:
Resfriador de mãos Victorianos
Os resfriadores de mãos têm uma interessante história. Vestidos apropriados eram muito importantes para as finas damas do início dos tempos Victorianos. Todo evento, fosse uma visita de cerimônia, um passeio nos jardins, ou uma sossegada noite no lar, requeria costumes aceitáveis e os acessórios certos. Uma dama sempre certificava-se de estar vestindo o vestido correto, o chapéu apropriado, as luvas e sombrinhas convenientes e, invariavelmente certificava-se de que o seu resfriador de mão estava sempre por perto.
Resfriadores de mãos eram pequenos ovos de vidro segurados pelas mulheres victorianas para, como o próprio nome implica, resfriarem ou refrescarem suas mãos nos dias quentes de verão. Era considerada uma clara gafe apresentar as palmas das mãos suadas para um visitante ou para um potencial pretendente. Numa época onde a medicina ainda estava engatinhando como ciência, também acreditava-se que segurar um resfriador de mão ajudava a evitar febres passageiras.
Raramente usado hoje como originalmente designado, resfriadores de mãos de vidros coloridos tem sido colecionados como itens decorativos, numa ampla gama de formas e cores.
Enquanto resfriadores de mãos da era Victoriana eram tipicamente feitos na forma de ovos, pequenos vidros arredondados já são usados a mais de 2000 anos pelos romanos antigos como resfriadores de mãos. Pequenas esferas de vidro tem sido fabricadas pelo menos a 2000 anos. Há evidências que elas eram usadas como bolas de malabarismo nas salas de banho da Roma antiga, embora isto soe suspeito porque diz-se que os banhos tinham fundo de areia. E depois ovos de vidros foram usados 1900 anos depois com a intenção de serem usados como resfriadores das mãos das damas. O poeta Propertius, 51 AC, escreveu: ” Cynthia, exigindo o presente de um leque feito com as penas da cauda de um pavão, e bolas refrescantes para suas mãos”. O consenso geral parece indicar – ao menos nos livros sobre vidros – que as bolas refrescantes eram feitas de vidro.
Tradução de Ronaud Pereira – Texto retirado daqui
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