Sofá Akira
Design | 03 de ago de 2010

Sofá Akira

- Sofá Akira
O projeto do Sofá Akira primou pela característica minimalista tornando simples o processo de fabricação, sem com isso perder a elegância. É compatível com diversos ambientes. Uma das principais características do produto foi a simplicidade, assim o sofá pode ser tranquilamente utilizado tanto em varandas e áreas de lazer, como em salas internas. Suas cores são resultados de trabalhos realizados diretamente na madeira, estas provenientes de reflorestamento.
Design: FazDesign -> O que FAZ -> Produtos -> 8º item
Bandeja para surfistas
Design | 29 de jul de 2010

Bandeja em forma de prancha de surf
Feita em bambu, tem um forte e característico apelo visual. O shape clássico lembrando os nostálgicos tempos do surf é usado para servir desde saborosos sushis até shots de tequila.
Portas de correr na decoração
Interiores | 28 de jul de 2010
No lugar das paredes, enormes portas de correr para unir ambientes e dar sensação de amplitude ao espaço. Algumas delas roubam a cena na decoração da casa. Outras se disfarçam de parede, otimizando a funcionalidade dos ambientes. Desta forma, essas peças assumem diferentes funções e são feitas de materiais variados, de acordo com a necessidade de cada projeto de interiores.

Porta de correr de madeira ebanizada ganha destaque na decoração. Foto: Divulgação
A porta de correr acima, feita de madeira ebanizada, separa o home theater da sala de estar e conta com detalhe em vidro para destacar a porta. A cor preta intencional contrasta com as cores do pufe, do sofá e do tapete.

TV de plasma é acoplada à porta de correr separando o quarto do closet. Foto: Divulgação
No projeto acima as portas de correr separam o quarto do closet e servem como parede. No painel de laca que acompanha o movimento de abertura da porta há uma TV de Plasma acoplada.

Porta de correr cria ambientel multifuncional. Home theater durante o dia e quarto a noite. Foto: Divulgação
Acima, as portas de correr aumentam a área de estar e integram-na ao único quarto do apartamento. O projeto cria um espaço multifuncional que pode atuar como home office durante o dia e como quarto à noite.

Portas de correr com venezianas integram o ambiente sem tirar a privacidade do morador. Foto: Divulgação
Portas de correr com venezianas possibilitam ao morador interagir com o ambiente vizinho sem precisar abrir as portas.
Sala de Estar – Madeira e Branco
Decoração | 24 de jul de 2010

Branco e Madeira em Estar
Demostração de uma ótima composição resultando da união de madeira e cor branca. Forte contraste aliado às qualidades de ambas as texturas.
Fotografia: Flickr
Vintage – O que é?
Moda | 15 de jul de 2010
Volta e meia nos deparamos com o termo vintage. Para os entendidos da moda, é algo trivial, mas para quem ouve o termo esporadicamente e nunca se deu o trabalho de procurar saber o que significa, a primeira reação é associar o termo ao número vinte, seja aos anos 20 (1920), seja a algo de vinte anos atrás. Também já encontrei que “vintage é o período da vida de pessoas extremamentte afetadas, entre os 20 e 29 anos”
Não, não tem nada a ver!
Segundo o wikidictionary, vintage vem do anglo-normando vintage, este do francês antigo vendage, (cognato com o francês vendange), este por sua vez advém do latin vīndēmia (“‘uma colheita de uvas, vintage’”) < vīnum (“‘vinho”) + dēmō < de (“‘de; a partir’”) + emō (“‘adquirir, obter’”).
Há também uma definição usual encontrada a internet que afirma que vintage é uma palavra cujo significado em inglês quer dizer “vint” relativo à videira ou vinho, e “age” de idade e que é um termo utilizado para designar as melhores safras de uvas. Em relação à etimologia da palavra acima, esta definição soa um tanto equivocada. Contudo, atualmente a palavra certamente se refere às uvas que estão no melhor momento para serem colhidas para a fabricação do vinho.
Dessa forma, vintage é um termo que adquiriu um novo significado além do original. Além de significar, na indústria de vinho, a indicação da data de colheita para um vinho, o termo acabou por representar també o melhor de cada época. Assim convencionou-se chamar de vintage os produtos dos anos 20, 30, 40, 50, 60, 70 e recentemente, até mesmo dos anos 80, que, assim como alguns vinhos, adquiriram uma conotação de nobreza e tornaram-se referência no seu tempo, tais como: carros, relógios, guitarras, móveis, roupas, aparelhos de som, facas, armas, etc. Ou seja, são artigos de interesse para colecionadores. Para os colecionadores, quanto mais antigo melhor, não havendo necessariamente uma correlação com o número 20, no sentido de que os produtos devem ter mais de 20 anos.
Na moda
Origens
O vintage relacionado à moda nasceu entre as décadas de 60 e 70. Paris, Londres e São Francisco (USA), foram as cidades onde os brechós ou second hand ( segunda mão) ganharam fama.
Estas lojas surgiram para atender um consumidor jovem e sem dinheiro, que viajava pelo mundo atrás de novas culturas, que buscava na moda uma integração do velho com o novo.
Nasceu aí um conceito antimoda, um culto ao individualismo, multicultural, não consumista e ecologicamente correto. O vintage se estabelece como estilo de vida e como um grande segmento dentro do mundo da moda.
Atualmente

Vintage
Hoje o mais comum é só usar a palavra vintage para roupas usadas que sejam de grife. Que tenham marcado uma coleção importante ou que definam o estilo de uma época.
Calça com cintura alta, blusinhas balonê, cintos demarcando a cintura, tudo isso volta com tudo e o estilo vintage passou a ter evidência no mundo da moda, nos últimos anos. Moda vintage é uma moda retrógrada, uma recuperação de estilos dos anos 20, 30 até os anos 60, 70, 80. São roupas com estilo retrô, tipo vestidos dos anos 50 e 60 (menos estilo hippie) e não só roupas, mas também óculos Wayfarer, tênis modelos clássicos (geralmente com solas vulcanizadas) e outros acessórios. Quando necessário, as peças são restauradas e algumas vezes customizadas.
O estilo vintage transforma em referência o melhor de todas as décadas. Assim podemos dizer que tudo o que relembre os anos 60, 70 ou 80 pode ser denominado dessa forma, desde vestimentas até mobiliário”, afirma Julia Simões, professora do Senac – Santos e Consultora de Moda e Estilo
Também segundo Cajon DeSastre:
Para uma peça ser vintage os requisitos são os seguintes: ter pelo menos 20 anos de antiguidade, ser testemunha de um estilo próprio ou de um estilista, não haver sofrido nenhuma transformação, representar um instante de moda e estar em perfeito estado.
Normalmente as roupas são comercializadas em brechós ou em alguns casos vendidas na própria loja que a fabricou.
Aqui no Brasil as grandes marcas fazem bazares e comercializam o que “sobrou”; na Europa é mais comum a própria marca ter seu acervo em local especial. Na alta costura isso é super comum.
O mercado de roupas usadas é enorme, tanto no Brasil como em todo o mundo. Lojas chiquérrimas e feiras de ruas estão por todos os lados. O preconceito ainda existe, mas pouco. A maioria dos brechós trabalha com roupas limpas e em ótimo estado. São lojas aonde ir com tempo faz a diferença e é importante provar e ter um pouquinho de imaginação.
Não é como comprar em outras lojas, as peças são únicas e não existe grade de tamanho. Quer compor um look vintage, mas tem medo de errar? O segredo é não “pesar a mão” e misturar peças retrô com outras mais modernas.
Veja mais:
Modelos:
dita.net
iamtrouble.com
bettiepage.com
Compras:
aoutrafacedalua.com/roupavintage.html
berniedexter.com/rockabilly-a…
pinupgirlclothing.com
howcool.com/catalog/
babygirlboutique.com
shopfrockshop.com
pinup-parade.com/shop/index.h…
vintagetextile.com/gallery_early.htm
euamovintage.com.br
Na música

Vintage na música
O termo vintage relacionado a itens de coleção surgiu com os colecionadores de carros antigos nos Estados Unidos, quando estes queriam designar carros com mais de 20 anos e de interesse para colecionadores. Logo o termo foi importado por outros setores de coleções chegando até o mercado de guitarras usadas.
Uma guitarra é considerada vintage quando ela tem mais de 20 anos e tem algum apelo que a torne colecionável. Normalmente as guitarras antigas são muito bem feitas, com madeiras selecionadas ( na época não havia restrição ao comércio de madeira que há hoje ) e com acabamento espetacular . Tudo isso aliado ao fato de que com o passar dos anos a madeira vai secando cada vez mais , faz com que uma guitarra vintage tenha um som incrível e inatingível se comparado com uma guitarra moderna. Essa combinação de fatores , ou seja , construção exemplar , som perfeito , modelos originais , mais de vinte anos , poucos exemplares , tornam as guitarras vintage muito valorizadas no mundo inteiro.
O maior mercado de guitarras vintage do mundo é o Norte Americano , mas elas são muito valorizadas e consideradas como dinheiro liquido na maior parte do mundo.
A maior dificuldade hoje em dia é a identificação de cada instrumento e sua avaliação , mesmo porque , existem muitas cópias e re-edições dos modelos mais famosos e valorizados. Através do site tentaremos ajudá-los a esclarecer essas e outras dúvidas, bem com deixá-los ao par sobre novidades e eventos que envolvam guitarras no Brasil.
Veja mais:
vintageguitar.com.br
Móveis

Vintage nos móveis
vintage em relação à móveis, designa peças do século XX (mais uma vez, nada a ver com o “vint”) que se tornaram referência de uma época. São objetos que nossos pais e avós tinham e que agora voltam repaginados para marcar presença em nossas casas.
Veja mais:
desmobilia.com.br/cat/vintage/
casa.abril.com.br/materias/moveis/mt_408545.shtml
Vintage segue atual
Se você ainda não tem uma peça vintage em casa, seja uma roupa, um móvel, um objeto de arte, um livro ou qualquer coisa de outros tempos, procure, garimpe e descubra como é bacana viajar em outras épocas.
Bolsa-carteira
Moda | 15 de jul de 2010

Bolsa-carteira
Bolsa-carteira criado pela Yves Saint Laurent especialmente para a Colette (multimarcas parisiense). Em tom metalisado envelhecido, imita um envelope, como se fosse uma carta da Colette para a YSL.
Via: ModosDeModa
Como criar uma composição de quadros na parede
Decoração | 15 de jul de 2010

Quadros

Quadros
Você vive encontrando composições de quadros nas revistas e livros de decoração, sempre bem dispostos e alinhados e queria fazer uma em sua casa também? No link abaixo há um tutorial muito simples, que apesar de estar em inglês, permite uma fácil compreensão.
Veja como arranjar seus quadros na parede
Como se tornar um decorador
Decoração | 15 de jul de 2010
A carreira de Decorador
Passamos grande parte da vida entre quatro paredes. Em parte, isso explica por que a carreira de decorador está se firmando no país, com profissionais cada vez mais gabaritados. “Quando comecei, trinta anos atrás, não havia formação especializada. Agora temos no mercado gente competente, vinda dos cursos de Arquitetura e de Decoração“, afirma o decorador paulista Sérgio de Oliveira.
“Trabalhamos para que o homem viva em ambientes mais funcionais e agradáveis”, diz Jane Monteiro Franco, coordenadora do Curso de Decoração da Uemg, em Minas Gerais. Segundo ela, o grande desafio é decorar um ambiente respeitando os desejos, o perfil e a disponibilidade financeira do cliente. Ou seja, na vida real, é raro o decorador poder criar livremente. “Não adianta fazer uma casa com o que existe de mais moderno em móveis, objetos, cores e iluminação se os donos dela têm um estilo conservador”, explica.
Nessa profissão, além de desenvolver projetos, você vai coordenar equipes de profissionais, como marceneiros, pintores e eletricistas, que transformarão suas idéias em realidade. No dia-a-dia, a supervisão do trabalho da equipe vai se somar a uma rotina de trabalho puxada, em que jornadas de dez horas são comuns. “A parte mais exaustiva é a época em que executamos um projeto”, conta Martha Vidal, decoradora de São Paulo. “Mas vale a pena. A grande recompensa está nas duas pontas do processo: a criação do projeto e a entrega do trabalho.”
O mercado de trabalho da Decoração
A valorização da aparência das casas e o barateamento dos projetos de decoração fizeram com que o trabalho desse profissional se expandisse entre a classe média. Crescem as oportunidades em adaptação de móveis e espaços: o decorador é capaz de criar ambientes funcionais nos pequenos apartamentos das grandes cidades. Outro nicho são as empresas da área de decoração, em que o profissional ajuda o cliente a escolher os móveis. “Também há potencial na decoração de áreas comerciais, como para grandes empresas”, completa Martha Vidal.
Salário médio inicial: R$ 758,00
Em alta: Decoração comercial.
O curso de Decorador
Os dois primeiros anos são tomados por matérias como estética, história da arte e história do mobiliário. A partir do terceiro, aumenta a carga horária de aulas de projetos em composição de interiores e exteriores (decoração e jardinagem), de perspectiva, desenho artístico e desenho arquitetônico técnico.
Duração média: quatro anos
Fonte: Guia Abril do Estudante
Veja também: Design – Guia Abril do Estudante
