Moda | 07 de jul de 2011
O hipster é aquele que demonstra gostos, atitudes e opiniões consideradas cool, ou seja, atuais, legais, originais, autênticas, mas que não gostam de ser vistos como cool. Os hipsters andam em meio as pessoas no dia-a-dia mas não gostam de fazer parte delas e consideram brega e cafona tudo que é de gosto geral. E, é claro, rejeitam o termo hipster
Afirma-se que a cultura hipster surgiu na década de 1930 com os Beatniks. Atualmente ressurgiu no início dos anos 2000 nos grandes centros urbanos americanos como Nova York, Los Angeles e outros. E da mesma forma no Brasil, concentram-se mais nos grandes centros urbanos como São Paulo, Rio e outros.
Mas o que é hipster de fato? Hipster é uma subcultura de homens ou mulheres tipicamente em seus 20 ou 30 anos que valorizam o pensamento independente, a contestação aos padrões, a política progressista, a apreciação da arte indie-rock, criatividade, inteligência e a conversa divertida. Os hipsters alegam que o hipsterismo é um estado de espírito, porém é um movimento amplamente ligado a moda já que a forma como se vestem marca o grupo preponderantemente.
Como um fenômeno de surgimento recente, o hipsterismo tem forte ligação com a internet e usa amplamente dela para divulgação de sua cultura. Quando não estão conectados em redes sociais como Facebook e/ou Twitter, estão se encontrando em cafés, em shows indie-rock e em baladas underground.
Os hipsters rejeitam sobretudo a cultura de consumo massivo e inconsciente predominante no hábito geral das pessoas e são vistos quase sempre vestindo roupas vintage, de brechó, apertadas, tênis old-school e óculos de aros grossos. Na verdade estão sempre inovando, indo do retrô ao progressivo num único visual. Cabelos com visual andrógino, de cortes despenteados e assimétricos também fazem parte do rol de estilos hipsters. Estilos assim são muito associados ao trabalho criativo de estilistas, de cabeleireiros e outras pessoas da moda e são normalmente incompreendidos e pouco aceitos pelos consumidores padrão.
Fundamental para entender o que é hipster, é saber que parte do dogma central da cultura hipster é não se deixar influenciar pela publicidade e pela mídia as quais tendem a promover somente um ideal de beleza etnocêntrico, ou seja, o branco-europeu. Conceitos de androginia e feminismo influenciaram bastante o pensamento hipster. O padrão americano de homem musculoso e atlético é fortemente rejeitado, o que é facilmente percebível na magreza normalmente encontrada nos hipsters homens. Esse mesmo ideal é visto com desconfiança pelas mulheres hipsters na medida em que simboliza a opressão machista, bem como o sexismo e a misoginia. Da mesma forma, padrões femininos like a Britney Spears também não são atraentes aos hipsters homens que acabam vendo tal padrão como resultado da insegurança feminina, bem como baixa autoestima e ausência de inteligência cultural e pensamento independente por parte das mulheres. Por fim, ainda dentro das questões sociais, os hipsters costumam abraçar causas sociais e se mostram muito abertos quanto as questões raciais. O grande número de casais inter-raciais encontrados nos centros urbanos vão de pleno encontro com a subcultura hipster.
Tão importante quanto saber o que é hipster, é observar que como todo movimento de vanguarda, os hipsters costumam ditar novos costumes, os quais inicialmente são bastante criticados pelos consumidores padrão que posteriormente acabam por adotar o que tanto criticavam e achavam esquisito. Os jeans envelhecidos e desbotados com cara de jeans velho são um exemplo. O mesmo acontece com a música, cujas bandas inicialmente ouvidas somente pelo grupo hipster são posteriormente ouvidas por um público massivo. Bandas hipsters favoritas como Bright Eyes, The Arcade Fire, The Arctic Monkeys, The Libertines e The Strokes e outras dessa natureza são exemplos.
Apesar do visual (intencionalmente) chamativo de seus gostos estéticos, os hipsters tendem a ser bem educados e possuírem alguma carreira ligada à música, à arte visual e à moda, muito embora alguns deles sigam carreiras de exatas e científicas também. De modo que a idéia comum que se tem de que são desocupados e são sustentados por seus pais nem sempre tem fundamento.
Moda | 05 de out de 2010
Boudoir é uma palavra que surgiu durante a Renascença na França e foi muito usada durante o século 19 e inicio do século 20. Segundo a arquitetura, era uma área intima do quarto feminino, onde as mulheres se vestiam, maquiavam e se perfumavam depois do banho. Era um momento e um local de intimidade.
Na fotografia chegou a surgir o boudoir style, onde as mulheres eram fotografadas com pouca roupa ou de lingerie.
Da esquerda para a direita: ssutiã Exagerata e saia do acervo Produto Moda + Calça Animale e regata Esagerata e chapéu do acervo Produto Moda (ao centro) e Blusa e calcinha de babados Esagerata, sapato Outlet Club (à direita).
De carona na tendência romântica inspirada no século 19, o estilo Boudoir invadiu as passarelas e ganha as ruas no verão 2011. É a tendência do uso do underwear como outerwear lingerie para sair na rua. Vale tudo: regatas com renda e cetim, corsets, camisola fazendo papel de vestido. Muita renda, lacinhos, luxo e transparências. A combinação preto com rosa claro ou nude é a mais usada.
Quanto aos acessórios, o peep toe é sexy e marca registrada do estilo Boudoir. As bolsas são mini e cheias de detalhes: pedrarias, babados, sem alça ou com alça de corrente.
O estilista Alexandre Herchcovitch aposta na tendência para a moda praia do verão 2011. Criou para a Rosa Chá modelos de roupas e biquínis que lembram as lingeries dos anos 1950. A marca Cavalera investe em transparências, rendas e paetês para criar um estilo Boudoir mais pesado, com ar rock’n roll.
— A diferença do boudoir atual para o do passado é que antes a gente tinha um enfoque muito mais para o nude, rosinha, uma coisa mais romântica — contextualiza a editora de projetos especiais da revista Vogue Silvana Holzsmeister — Para o verão, ele vem muito mais intenso, tem uma cara mais de noite, com uma pegada mais forte.
Fonte: Donna DC
Decoração | 09 de set de 2010

Decoração náutica
A decoração é infantil, mas eu não me importaria em ter um quarto desses.
Via: DigsDigs
Design | 15 de ago de 2010

Escravinha Home-office
Mesa home-office Pan. Porque trabalhar com estilo é bem melhor.
Design: Sérgio Fahrer
Comprar: Novo ambiente
Design | 10 de ago de 2010

Ralador na forma da Torre Eiffel
Eis uma idéia autêntica. Um ralador no formato da torre Eiffel. Porque não basta saber preparar pratos franceses, é preciso ter estilo!!!
Comprar: Joie de Vivre
Moda | 15 de jul de 2010
Volta e meia nos deparamos com o termo vintage. Para os entendidos da moda, é algo trivial, mas para quem ouve o termo esporadicamente e nunca se deu o trabalho de procurar saber o que significa, a primeira reação é associar o termo ao número vinte, seja aos anos 20 (1920), seja a algo de vinte anos atrás. Também já encontrei que “vintage é o período da vida de pessoas extremamentte afetadas, entre os 20 e 29 anos”
Não, não tem nada a ver!
O que é vintage então? Segundo o wikidictionary, vintage vem do anglo-normando vintage, este do francês antigo vendage, (cognato com o francês vendange), este por sua vez advém do latin vīndēmia (“‘uma colheita de uvas, vintage’”) < vīnum (“‘vinho”) + dēmō < de (“‘de; a partir’”) + emō (“‘adquirir, obter’”). Então a etimologia da palavra vintage indica que ela tem muito mais a ver com vinho, do que com o número vinte
De fato, porque há uma definição usual encontrada a internet que afirma que vintage é uma palavra cujo significado em inglês quer dizer “vint” relativo à videira ou vinho, e “age” de idade e que é um termo utilizado para designar as melhores safras de uvas. Assim, atualmente a palavra certamente se refere às uvas que estão no melhor momento para serem colhidas para a fabricação do vinho.
Dessa forma, vintage é um termo que adquiriu um novo significado além do original. Além de significar, na indústria de vinho, a indicação da data de colheita para um vinho, o termo acabou por representar também o melhor de cada época. Assim convencionou-se chamar de vintage os produtos dos anos 20, 30, 40, 50, 60, 70 e recentemente, até mesmo dos anos 80, que, assim como alguns vinhos, adquiriram uma conotação de nobreza e tornaram-se referência no seu tempo, tais como: carros, relógios, guitarras, móveis, roupas, aparelhos de som, facas, armas, etc. Ou seja, são artigos de interesse para colecionadores. Para os colecionadores, quanto mais antigo melhor, não havendo necessariamente uma correlação com o número 20, no sentido de que os produtos devem ter mais de 20 anos.
O vintage relacionado à moda nasceu entre as décadas de 60 e 70. Paris, Londres e São Francisco (USA), foram as cidades onde os brechós ou second hand ( segunda mão) ganharam fama.
Estas lojas surgiram para atender um consumidor jovem e sem dinheiro, que viajava pelo mundo atrás de novas culturas, que buscava na moda uma integração do velho com o novo.
Nasceu aí um conceito antimoda, um culto ao individualismo, multicultural, não consumista e ecologicamente correto. O vintage se estabelece como estilo de vida e como um grande segmento dentro do mundo da moda.

Vintage
Hoje o mais comum é só usar a palavra vintage para roupas usadas que sejam de grife. Que tenham marcado uma coleção importante ou que definam o estilo de uma época. Mas o que é vintage na moda, de fato?
Calça com cintura alta, blusinhas balonê, cintos demarcando a cintura, tudo isso volta com tudo e o estilo vintage passou a ter evidência no mundo da moda, nos últimos anos. Moda vintage é uma moda retrógrada, uma recuperação de estilos dos anos 20, 30 até os anos 60, 70, 80. São roupas com estilo retrô, tipo vestidos dos anos 50 e 60 (menos estilo hippie) e não só roupas, mas também óculos Wayfarer, tênis modelos clássicos (geralmente com solas vulcanizadas) e outros acessórios. Quando necessário, as peças são restauradas e algumas vezes customizadas.
O estilo vintage transforma em referência o melhor de todas as décadas. Assim podemos dizer que tudo o que relembre os anos 60, 70 ou 80 pode ser denominado dessa forma, desde vestimentas até mobiliário”, afirma Julia Simões, professora do Senac – Santos e Consultora de Moda e Estilo
Também segundo Cajon DeSastre:
Para uma peça ser vintage os requisitos são os seguintes: ter pelo menos 20 anos de antiguidade, ser testemunha de um estilo próprio ou de um estilista, não haver sofrido nenhuma transformação, representar um instante de moda e estar em perfeito estado.
Normalmente roupas assim são comercializadas em brechós ou em alguns casos vendidas na própria loja que a fabricou.
Aqui no Brasil as grandes marcas fazem bazares e comercializam o que sobrou; na Europa é mais comum a própria marca ter seu acervo em local especial. Na alta costura isso é super comum.
O mercado de roupas usadas é enorme, tanto no Brasil como em todo o mundo. Lojas chiquérrimas e feiras de ruas estão por todos os lados. O preconceito ainda existe, mas pouco. A maioria dos brechós trabalha com roupas limpas e em ótimo estado. São lojas aonde ir com tempo faz a diferença e é importante provar e ter um pouquinho de imaginação.
Não é como comprar em outras lojas, as peças são únicas e não existe grade de tamanho. Quer compor um look vintage, mas tem medo de errar? O segredo é não pesar a mão e misturar peças retrô com outras mais modernas. O exagero definitivamente não faz parte do estilo vintage.
Agora que você já sabe o que é vintage, veja outras páginas falando do estilo:
Modelos:
dita.net
iamtrouble.com
bettiepage.com
Compras:
aoutrafacedalua.com/roupavintage.html
berniedexter.com/rockabilly-a…
pinupgirlclothing.com
howcool.com/catalog/
babygirlboutique.com
shopfrockshop.com
pinup-parade.com/shop/index.h…
vintagetextile.com/gallery_early.htm
euamovintage.com.br

Vintage na música
O termo vintage relacionado a itens de coleção surgiu com os colecionadores de carros antigos nos Estados Unidos, quando estes queriam designar carros com mais de 20 anos e de interesse para colecionadores. Logo o termo foi importado por outros setores de coleções chegando até o mercado de guitarras usadas.
Uma guitarra é considerada vintage quando ela tem mais de 20 anos e tem algum apelo que a torne colecionável. Normalmente as guitarras antigas são muito bem feitas, com madeiras selecionadas ( na época não havia restrição ao comércio de madeira que há hoje ) e com acabamento espetacular . Tudo isso aliado ao fato de que com o passar dos anos a madeira vai secando cada vez mais , faz com que uma guitarra vintage tenha um som incrível e inatingível se comparado com uma guitarra moderna. Essa combinação de fatores , ou seja , construção exemplar , som perfeito , modelos originais , mais de vinte anos , poucos exemplares , tornam as guitarras vintage muito valorizadas no mundo inteiro.
O maior mercado de guitarras vintage do mundo é o Norte Americano , mas elas são muito valorizadas e consideradas como dinheiro liquido na maior parte do mundo.
A maior dificuldade hoje em dia é a identificação de cada instrumento e sua avaliação , mesmo porque , existem muitas cópias e re-edições dos modelos mais famosos e valorizados. Através do site tentaremos ajudá-los a esclarecer essas e outras dúvidas, bem com deixá-los ao par sobre novidades e eventos que envolvam guitarras no Brasil.
Veja mais:
vintageguitar.com.br

Vintage nos móveis
vintage em relação à móveis, designa peças do século XX (mais uma vez, nada a ver com o “vint”) que se tornaram referência de uma época. São objetos que nossos pais e avós tinham e que agora voltam repaginados para marcar presença em nossas casas.
Veja mais:
desmobilia.com.br/cat/vintage/
casa.abril.com.br/materias/moveis/mt_408545.shtml
Depois de ficar sabendo o que é vintage e perceber que você ainda não tem uma peça vintage em casa, seja uma roupa, um móvel, um objeto de arte, um livro ou qualquer coisa de outros tempos, procure, garimpe e descubra como é bacana viajar em outras épocas.
Moda | 15 de abr de 2010

Sandálias
Algumas imagens nos chamam a atenção. Como por exemplo essas sandálias flor-de-lis inacreditavelmente graciosas e delicadas.
Fotografia: Princess Cy’s photostream