Posts e imagens de Estilos de Decoração

Sala de estar com decoração africana

Decoração | 07 de out de 2010

Sala de estar com decoração africana

Sala de estar com decoração africana

Fortes referências à terra nesta composição. Cores quentes como o amarelo da parede e os tons terrosos do piso e dos outros elementos decorativos “despertam” e transmitem euforia e vivacidade (ideal para ambientes onde vivem pessoas depressivas ;-) ). De qualquer forma, o aspecto contemporâneo dos móveis confere o traço moderno e atualíssimo da composição do ambiente.

Design: Miguel Angel

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Decoração náutica

Decoração | 09 de set de 2010

Decoração náutica

Decoração náutica

A decoração é infantil, mas eu não me importaria em ter um quarto desses.

Via: DigsDigs

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O que é Vintage?

Moda | 15 de jul de 2010

Volta e meia nos deparamos com o termo vintage. Para os entendidos da moda, é algo trivial, mas para quem ouve o termo esporadicamente e nunca se deu o trabalho de procurar saber o que significa, a primeira reação é associar o termo ao número vinte, seja aos anos 20 (1920), seja a algo de vinte anos atrás. Também já encontrei que “vintage é o período da vida de pessoas extremamentte afetadas, entre os 20 e 29 anos” ;-) Não, não tem nada a ver!

O que é vintage então? Segundo o wikidictionary, vintage vem do anglo-normando vintage, este do francês antigo vendage, (cognato com o francês vendange), este por sua vez advém do latin vīndēmia (“‘uma colheita de uvas, vintage’”) < vīnum (“‘vinho”) + dēmō < de (“‘de; a partir’”) + emō (“‘adquirir, obter’”). Então a etimologia da palavra vintage indica que ela tem muito mais a ver com vinho, do que com o número vinte ;)

De fato, porque há uma definição usual encontrada a internet que afirma que vintage é uma palavra cujo significado em inglês quer dizer “vint” relativo à videira ou vinho, e “age” de idade e que é um termo utilizado para designar as melhores safras de uvas. Assim, atualmente a palavra certamente se refere às uvas que estão no melhor momento para serem colhidas para a fabricação do vinho.

Vintage – o melhor de cada época

Dessa forma, vintage é um termo que adquiriu um novo significado além do original. Além de significar, na indústria de vinho, a indicação da data de colheita para um vinho, o termo acabou por representar também o melhor de cada época. Assim convencionou-se chamar de vintage os produtos dos anos 20, 30, 40, 50, 60, 70 e recentemente, até mesmo dos anos 80, que, assim como alguns vinhos, adquiriram uma conotação de nobreza e tornaram-se referência no seu tempo, tais como: carros, relógios, guitarras, móveis, roupas, aparelhos de som, facas, armas, etc. Ou seja, são artigos de interesse para colecionadores. Para os colecionadores, quanto mais antigo melhor, não havendo necessariamente uma correlação com o número 20, no sentido de que os produtos devem ter mais de 20 anos.

Na moda

Origens

O vintage relacionado à moda nasceu entre as décadas de 60 e 70. Paris, Londres e São Francisco (USA), foram as cidades onde os brechós ou second hand ( segunda mão) ganharam fama.

Estas lojas surgiram para atender um consumidor jovem e sem dinheiro, que viajava pelo mundo atrás de novas culturas, que buscava na moda uma integração do velho com o novo.

Nasceu aí um conceito antimoda, um culto ao individualismo, multicultural, não consumista e ecologicamente correto. O vintage se estabelece como estilo de vida e como um grande segmento dentro do mundo da moda.

Atualmente

Vintage

Vintage

Hoje o mais comum é só usar a palavra vintage para roupas usadas que sejam de grife. Que tenham marcado uma coleção importante ou que definam o estilo de uma época. Mas o que é vintage na moda, de fato?

Uma miscelânea de conceitos. Alguns estilistas atribuem ao retorno das modas setentistas e oitentistas um certo teor “vintage“, mas, por serem relativamente recentes, o termo não é devidamente atribuído a estas décadas. O resgate da moda “pin-up” é um excelente exemplo de moda vintage. Roupas com tecidos propositalmente “desgastados” também são chamados vintage, justamente por ter uma aparência de usado, antigo. Xadrez, babados, bolhinhas e tudo que era da vovó é aproveitável.

Calça com cintura alta, blusinhas balonê, cintos demarcando a cintura, tudo isso volta com tudo e o estilo vintage passou a ter evidência no mundo da moda, nos últimos anos. Moda vintage é uma moda retrógrada, uma recuperação de estilos dos anos 20, 30 até os anos 60, 70, 80. São roupas com estilo retrô, tipo vestidos dos anos 50 e 60 (menos estilo hippie) e não só roupas, mas também óculos Wayfarer, tênis modelos clássicos (geralmente com solas vulcanizadas) e outros acessórios. Quando necessário, as peças são restauradas e algumas vezes customizadas.

O estilo vintage transforma em referência o melhor de todas as décadas. Assim podemos dizer que tudo o que relembre os anos 60, 70 ou 80 pode ser denominado dessa forma, desde vestimentas até mobiliário”, afirma Julia Simões, professora do Senac – Santos e Consultora de Moda e Estilo

Também segundo Cajon DeSastre:

Para uma peça ser vintage os requisitos são os seguintes: ter pelo menos 20 anos de antiguidade, ser testemunha de um estilo próprio ou de um estilista, não haver sofrido nenhuma transformação, representar um instante de moda e estar em perfeito estado.

Normalmente roupas assim são comercializadas em brechós ou em alguns casos vendidas na própria loja que a fabricou.

Aqui no Brasil as grandes marcas fazem bazares e comercializam o que sobrou; na Europa é mais comum a própria marca ter seu acervo em local especial. Na alta costura isso é super comum.

O mercado de roupas usadas é enorme, tanto no Brasil como em todo o mundo. Lojas chiquérrimas e feiras de ruas estão por todos os lados. O preconceito ainda existe, mas pouco. A maioria dos brechós trabalha com roupas limpas e em ótimo estado. São lojas aonde ir com tempo faz a diferença e é importante provar e ter um pouquinho de imaginação.

Não é como comprar em outras lojas, as peças são únicas e não existe grade de tamanho. Quer compor um look vintage, mas tem medo de errar? O segredo é não pesar a mão e misturar peças retrô com outras mais modernas. O exagero definitivamente não faz parte do estilo vintage.

Agora que você já sabe o que é vintage, veja outras páginas falando do estilo:
Modelos:
dita.net
iamtrouble.com
bettiepage.com
Compras:
aoutrafacedalua.com/roupavintage.html
berniedexter.com/rockabilly-a…
pinupgirlclothing.com
howcool.com/catalog/
babygirlboutique.com
shopfrockshop.com
pinup-parade.com/shop/index.h…
vintagetextile.com/gallery_early.htm
euamovintage.com.br

Na música

Vintage na música

Vintage na música

O termo vintage relacionado a itens de coleção surgiu com os colecionadores de carros antigos nos Estados Unidos, quando estes queriam designar carros com mais de 20 anos e de interesse para colecionadores. Logo o termo foi importado por outros setores de coleções chegando até o mercado de guitarras usadas.

Uma guitarra é considerada vintage quando ela tem mais de 20 anos e tem algum apelo que a torne colecionável. Normalmente as guitarras antigas são muito bem feitas, com madeiras selecionadas ( na época não havia restrição ao comércio de madeira que há hoje ) e com acabamento espetacular . Tudo isso aliado ao fato de que com o passar dos anos a madeira vai secando cada vez mais , faz com que uma guitarra vintage tenha um som incrível e inatingível se comparado com uma guitarra moderna. Essa combinação de fatores , ou seja , construção exemplar , som perfeito , modelos originais , mais de vinte anos , poucos exemplares , tornam as guitarras vintage muito valorizadas no mundo inteiro.

O maior mercado de guitarras vintage do mundo é o Norte Americano , mas elas são muito valorizadas e consideradas como dinheiro liquido na maior parte do mundo.

A maior dificuldade hoje em dia é a identificação de cada instrumento e sua avaliação , mesmo porque , existem muitas cópias e re-edições dos modelos mais famosos e valorizados. Através do site tentaremos ajudá-los a esclarecer essas e outras dúvidas, bem com deixá-los ao par sobre novidades e eventos que envolvam guitarras no Brasil.

Veja mais:
vintageguitar.com.br

Móveis

Vintage nos móveis

Vintage nos móveis

vintage em relação à móveis, designa peças do século XX (mais uma vez, nada a ver com o “vint”) que se tornaram referência de uma época. São objetos que nossos pais e avós tinham e que agora voltam repaginados para marcar presença em nossas casas.

Veja mais:
desmobilia.com.br/cat/vintage/
casa.abril.com.br/materias/moveis/mt_408545.shtml

Vintage segue atual

Depois de ficar sabendo o que é vintage e perceber que você ainda não tem uma peça vintage em casa, seja uma roupa, um móvel, um objeto de arte, um livro ou qualquer coisa de outros tempos, procure, garimpe e descubra como é bacana viajar em outras épocas.

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Salas de Estar Contemporâneas

Decoração | 12 de jun de 2010

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Sala Contemporânea

Design: Alfa da Fre

Via: Freshome

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Decoração Preto e Branco

Decoração | 07 de dez de 2009

Decoração Preto e Branco

Decoração Preto e Branco

Painel Follow your heart (Siga seu coração) da linha holandesa Eijffinger.

Design: Wallcovering

Foto: Divulgação

Via: O Globo

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Dormitório e Sala de Jantar no estilo Provençal

Decoração | 31 de mai de 2009

Mobiliário Provençal

Mobiliário Provençal - da Kleiner Schein - Foto / Chris Campos

Sala de Jantar Provençal

Sala de Jantar Provençal

Estes são típicos exemplos do estilo provençal. Romântico, suave, aconchegante, com predomínio para o branco e tons pasteis, bem como curvas e ornamentos florais. Considero um dos estilos mais belos e está mais “contemporâneo” que nunca.

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Estilos de Decoração

Decoração, Interiores | 29 de mar de 2009

Ao longo da História surgiram vários estilos de decoração, cada qual com uma linguagem visual própria e  características e finalidades sócio-culturais diferentes, muitos deles ainda contemporâneos, adotados em regiões diferentes:

Adam – Este estilo decorativo, criado pelos irmãos Adam (1728-1792), na Inglaterra, é menos sóbrio do que o Neoclássico e mais parecido com o Rococó, inspirado nas decorações pompeianas e no palácio de Diocleciano. Utiliza novas cores, detalhes suaves e um mobiliário com estrutura elegante e simples, dotado de dimensões equilibradas.

Art Dêco – Caracterizado por uma redução da expressão e uma completa renovação de valores estéticos, suas linhas são aerodinâmicas, com formas geométricas e cores vivas. Numa simplicidade linear, valoriza o acabamento e o equilíbrio. Este estilo, que surgiu no período entre as duas Grandes Guerras (1918-1939), foi contemporâneo do arquiteto Le Corbusier e da escola Bauhaus.

Art Nouveau – Tem como fontes principais o movimento Arts and Crafts, que rejeita o sistema acadêmico, e a admiração pela arte japonesa, de linhas econômicas e elegantes. Art Nouveau é o nome pelo qual o modernismo se consagrou na França, na virada do século XIX. O estilo possui linhas ondulantes, singelas, geométricas e estiliza os temas da natureza. Faz parte de suas metas acabar com a distinção entre pintura, pertencente às Belas Artes, e decoração (Artes Aplicadas).

Arts and Crafts (Artes e Ofícios) – Liderado pelo designer Willian Morris na segunda metade do século XIX, este estilo representou um novo enfoque nas artes decorativas, que passaram a aparecer com conotações humanísticas e sociais. Utilizando os avanços da indústria, deixou a marca de artistas e artesãos em móveis e objetos.

Barroco – Com ar pomposo e abundância de detalhes, o Barroco, que nasceu na Itália no fim do século XVI e vigorou até meados do século XVIII, conquistou toda a Europa. Representou uma ruptura dos padrões clássicos, afirmação da Igreja frente à reforma protestante e uma busca entre os valores espirituais e materiais. As curvas são acentuadas, predominam a exuberância, assimetria, dramaticidade e contraste. Há um forte apelo emocional.

Bauhaus – A mais importante escola de desenho industrial, cuja concepção pioneira marcou o século XX. Criada em 1919, na Alemanha, herdou os conceitos do funcionalismo, que colocava de lado a beleza, a serviço da praticidade. Este estilo possuía formas simples e geométricas, conseqüentes da associação da marca pessoal à produção industrial em série.

Biedermeier – Este nome vem de um personagem fictício de Ludwig Eichrodt, inventado com a intenção de fazer uma caricatura da vulgaridade, da presunção e do puritanismo da burguesia alemã do começo do século XIX. Tal nome passou de ridículo a símbolo de uma época. O estilo que marcou principalmente o mobiliário – simples, sólido e confortável –, fez conviverem detalhes neoclássicos e do Império (com motivos barrocos).

Clássico – Estilo do período greco-romano, marcado por traços simples e austeros. O Clássico une móveis de design antigo a materiais contemporâneos, sempre atuais.

Clean (Limpo) – Como um dos subitens da decoração contemporânea, o estilo Clean deixa de lado detalhes desnecessários, sempre valorizando a simplicidade.

Colonial – Nome através do qual o Barroco Europeu ficou conhecido no Brasil, na época em que este era uma colônia de Portugal.

Eclético – É marcado por uma livre mistura de estilos, buscando equilíbrio e harmonia ou caminhando para a falta de unidade. Atualmente, é dado a ele o nome de Pós-Moderno.

Funcionalismo – Este estilo surgiu no início do século XX, devido às rápidas transformações industriais e à preocupação de conciliar a estética à funcionalidade. A partir da década de 70, passou a ser sinônimo de múltiplo uso.

Gótico – Nascido na França, entre os séculos XII e XV, este estilo enfatiza a verticalidade, a espiritualidade e a figura da Virgem Maria. Seus temas são retirados do Antigo e do Novo Testamento. A primeira catedral gótica foi Notre-Dame, em Paris.

Gustaviano – Este estilo é equivalente ao Neoclássico, do Rei Gustavo III. É a adaptação da moda da época para a menos luxuosa Suécia. Os tecidos têm estampas xadrezes ou listradas, nas cores azul, cinza e rosa, substituindo o mármore por pinturas especiais.

High Tech (Alta Tecnologia) – A decoração High Tech usa elementos decorativos de valor diferente daquele a que originalmente se destinavam. A borracha, o plástico, o vinil e o aço são materiais usados, em substituição às sedas, à madeira e ao mármore.

Império – Nascido na França do início do século XIX, este estilo é fundamentado nas preferências do então imperador Napoleão. Enfatiza a grandeza, com móveis pesados, desenhos de abelhas, águias, vitórias aladas e a inicial “N” inserida numa coroa de louros.

Kitsch – Trata-se da valorização do convencional, do fora de moda, do muito enfeitado, do resgate de peças largamente utilizadas – como o pingüim de geladeira, os bibelôs, as imitações de quadros e de mármores. Na verdade o Kitsch não é um estilo, é a ausência dele, um fenômeno típico da sociedade de consumo. Tudo que é kitsch passa uma forte conotação brega, dependendo do olhar.

Luís XIV – Estilo que vigorou durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol, entre 1661 e 1715. Neste período, predominaram as formas carregadas e as cores sóbrias. Mas, com este estilo, a simplicidade clássica e a leveza vão pouco a pouco superando o luxo e a simetria rígida.

Luís XV – Esta foi a versão do estilo Rococó na França, durante o reinado de Luís XV (1710 a 1774). Suas características são os pés altos, pernas arredondadas, com aplicações sinuosas, detalhes de flores no madeiramento, entre outros.

Luís XVI – Entre 1774 e 1792, durante o reinado de Luís XVI, a decoração adotou linhas fortes e geométricas, com economia de detalhes. As pernas dos móveis são retilíneas, afinadas na parte inferior e com ranhuras.

Moderno – Mais conhecido como Art Nouveau ou Liberty, este estilo surgiu em 1880 e marcou época com seu rebuscamento e valorização do trabalho artesanal. Seu apogeu foi em 1890 e sua decadência, durante a Primeira Guerra Mundial.

Neoclássico – Este estilo se desenvolveu a partir de 1750, como reação aos excessos do Barroco e do Rococó, resgatando as formas da Antigüidade Clássica. Na arquitetura, há uma busca pela racionalidade, com formas geométricas e simples. Surgem os móveis com colunas, ranhuras, desenhos de folhas e liras.

Pós-Moderno – Nascido no século XX, este estilo questiona e reinterpreta os demais. Não valoriza os modelos Clássico e Funcional, mas a fusão deles.

Regência – Estilo que predominou na França entre 1715 e 1724. Nesta época, a decoração foi uma transição entre o Barroco e o Luís XV.

Rococó – Existe uma discussão sobre este estilo, pois alguns estudiosos acreditam que ele foi uma continuação do Barroco, enquanto outros defendem que ele surgiu como reação aos excessos do Barroco. Sua principal característica é que ele mantém as curvas do Barroco, mas sem seus rebuscamentos.

Shaker – Este estilo segue os padrões rígidos dos protestantes calvinistas dos Estados Unidos. As linhas são retas e sem ornamentos.

Vitoriano – Característico do império da rainha Vitória, na Inglaterra, entre 1837 e 1901, este estilo misturou elementos góticos com o Luís XIV. Adotou uma ampla variedade de materiais. Era uma forma da classe média emergente mostrar sua riqueza e estabilidade, ganhando respeitabilidade.

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