Arquitetura | 06 de jan de 2012
Há algo feio e brutal no meramente funcional, nas mesas que são simplesmente superfícies planas com pernas, feitas de plástico, nas ubíquas torres de concreto que rasgam tantas de nossas cidades do interior — o que o arquiteto modernista Le Corbusier chamou de suas “máquinas de morar”. Seu design intencionalmente mecânico exclui qualquer consideração do fator humano em seu uso e reforça o senso de alienação cujas raízes estão em toda tendência mecanicista de nossa cultura newtoniana. Artefatos que não contêm nada do fator humano (nada da consciência humana) não refletem nada de volta quando lidamos com eles. Não estão em diálogo conosco e não conseguem satisfazer nossa necessidade de autodescoberta criativa.
Retirado da página 150 de algum livro cujo nome esqueci de anotar ![]()
Design | 23 de jun de 2009
Uma expressão precisa de quando o moderno e o rústico se encontram num mesmo projeto.